ARTIGOS

 
16-Jesus e as Crianças

Jesus sabia que precisávamos das crianças, assim como elas precisam de nós. Elas são nosso modelo de conduta (Mateus 18.3 e 4). Ele disse que o Pai tem prazer em revelar as coisas aos pequeninos e ocultá-las dos “sábios e entendidos” (Mateus 11.25), e que eles podem “calar o inimigo e o acusador” (Mateus 21). Pode ser que haja humildade, mas será que podemos fazer algo sem esses atributos nas nossas células?

Jesus tinha palavras fortes para dizer contra atitudes erradas para com as crianças. Eu chamo isso de pecado oculto, porque nunca estive em uma igreja onde as pessoas eram levadas ao arrependimento por causa de discriminação, palavras e atitudes erradas para com uma criança. Jesus ainda disse: “Mas qualquer que fizer tropeçar um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho, e se submergisse na profundeza do mar.” Que linguagem forte! Ele foi mais além ao dizer: “Todo o que recebe a uma destas crianças em meu nome, a mim é que recebe” As implicações vão muito mais longe, e na minha opinião, são raramente consideradas — se rejeitamos uma criança, rejeitamos a Jesus. Ele rebateu aqueles que impediam as crianças de chegarem perto dele (Mateus 19.13). Seria como se elas estivessem fora de nossas células, brincando ou assistindo desenhos, em vez de serem recebidas no lugar onde “Cristo é o Centro”. Se Jesus está no centro, como não levá-las até Sua presença?

Existem muitos indícios acerca do fato de que os discípulos eram adolescentes, já que apenas Jesus e Pedro pagavam impostos (Mateus 17.25). Jesus foi um poderoso líder de jovens, investindo sua vida na geração emergente. Ele revolucionou o mundo, investindo em um bando selvagem. Ele acreditou neles, entregou-lhes uma visão e trabalhou por meio dos problemas que eles enfrentavam, em vez de se cansar de sua companhia. Há uma geração de adolescentes que necessitam do mesmo, de serem apresentados a uma geração de pais que acredite neles. Jesus nos mostrou como compartilhar vida com eles. Eles podem ser chamados de Sua célula.

Jesus foi movido pelo clamor do coração dos pais (Marcos 5.22 e Lucas 7), e nunca removeu os filhos dos braços de seus pais. Jairo estava presente quando sua filha foi restituída a ele, a viúva estava lá para ter de volta o seu filho que havia ressuscitado. Ele honrou e cuidou de Sua mãe, mesmo quando estava nos Seus suspiros finais. Jesus acreditava na família. Ele ainda acredita. Obviamente a célula inclui a família, exatamente como Jesus demonstrou.

Se nós O amamos —  nós O seguiremos. A geração que se levanta é nossa, pelo comando soberano de ser parte de nossa vida, honrada no contexto de família, e incluída nas células para o seu bem, para o nosso bem, mas acima de tudo por amor a Jesus!

Daphne Kirk
www.Gnation2gnation.com
29 de outubro de 2012

 




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